Número de presos matriculados na Educação de Jovens e Adultos aumenta em 2018

 Em um ano, o salto é de 1.122 alunos, frente aos 724 de 2017. Atualmente, 32 municípios goianos adotam a medida. “Ao estipularmos diretrizes nacionais, reconhecemos que a educação neste tipo de estabelecimento representa a garantia do cumprimento de mais um direito humano”, diz superintend
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Em um ano, o salto é de 1.122 alunos, frente aos 724 de 2017. Atualmente, 32 municípios goianos adotam a medida. “Ao estipularmos diretrizes nacionais, reconhecemos que a educação neste tipo de estabelecimento representa a garantia do cumprimento de mais um direito humano”, diz superintendente Flora Ribeiro

 

O número de presos matriculados na Educação de Jovens e Adultos (EJA) aumentou em 2018. É o que informa a superintendente de Reintegração Social e Cidadania, Flora Ribeiro. Em um ano, o salto foi de 1.122 alunos, frente aos 724 de 2017. O ensino nesta modalidade é ofertado na mesma formatação das outras unidades escolares, sendo adaptadas as metodologias específicas.

A iniciativa faz parte de parceria firmada entre a Diretoria-Geral de Administração Penitenciária com a Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Esporte, que desenvolve desde 2013 o Plano Estadual de Educação nas Prisões.

“Ao estipularmos as diretrizes nacionais para a oferta de educação para jovens e adultos em situação de privação de liberdade nos estabelecimentos penais, reconhecemos que a educação neste tipo de estabelecimento representa a garantia de cumprimento de mais um direito humano”, explica Flora Ribeiro.

Atualmente, 32 municípios goianos adotam a medida: Águas Lindas, Corumbá de Goiás, Anápolis, Alexânia, Nerópolis, Aparecida de Goiânia, Abadiânia, Hidrolândia, Senador Canedo, Campos Belos, Rialma, Formosa, Goianésia, Jaraguá, cidade de Goiás, Mozarlândia, Goiatuba, Iporá, Itaberaí, Itumbiara, Mineiros, Cidade Ocidental, Palmeiras de Goiás, Pirancajuba, Aragarças, Piranhas, Porangatu, São Luís de Montes Belos, São Miguel do Araguaia, Trindade, Niquelândia e Uruaçu.

Para o gerente de Educação, Módulo de Respeito e Patronato da DGAP, Iris Pereira da Silva Arruda, a oferta deste tipo de educação tem como objetivo superar o analfabetismo na população carcerária. “Constitui, então, uma porta de acesso à cidadania pela elevação da escolaridade”, diz.

Comunicação Setorial

Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP)

(62) 3201-7222